Anti-Jotas

O afastamento dos jovens da política é um dado incontestável. A abstenção elevada por parte desta faixa etária ou o facto de se verem sempre as mesmas caras nas ruas a contestar por melhor condições de vida, comprovam que existe uma maioria que se acomoda ao estado actual do país. Para os mais inconformados, as Juventudes Partidárias acabam por ser a opção que lhes parece mais acertada para tentar mudar o que o consideram estar mal. No entanto, estas estruturas não são vistas com bons olhos por toda a sociedade.

José Soeiro, deputado do BE

Um gueto para fazer política para os mais pequenos ou um meio de promoção dos partidos, são as concepções que José Soeiro, deputado do Bloco de Esquerda, ou Carlos Gonçalves, estudante na Universidade do Minho, têm respectivamente acerca das Jotas. Estes, assim como Rita Araújo, investigadora na academia minhota, e muitos outros, são jovens cépticos em relação ao papel das estruturas da sua própria geração. Para defender os interesses dos mais novos, outros métodos poderiam ser considerados e outras estruturas seriam mais adequadas, de acordo com as perspectivas dos três jovens.

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