Quem somos

Existe, cada vez mais, a tendência das pessoas se afastarem da política. E o que acontece, na maioria destes casos, é as pessoas associarem a política aos actos dos políticos. Mas não estará a política presente em todos os momentos da nossa vida, quer seja num ambiente mais privado ou público? Fazemos parte de uma família, temos um grupo de amigos, estamos integrados numa cidade e pertencemos a um Estado. Aquilo que fazemos depende daquilo que aprendemos enquanto crianças, mas também das regras que a sociedade nos impõe. E para sermos cidadãos conscientes daquilo que nos rodeia, para termos conhecimentos dos nossos direitos e deveres, é importante estarmos constantemente informados sobre aquilo que os actores políticos vão fazendo. E foi o interesse por esta área, cada vez mais controversa da nossa sociedade, que decidimos fazer o nosso trabalho de final de curso – Ciências da Comunicação, da área de Jornalismo – sobre as Juventudes Partidárias.

Os jovens são, para muitas pessoas, a esperança de um futuro melhor. E se existem muitas formas de lutar pelos direitos dos mais novos, como o associativismo, a nossa curiosidade foi perceber porque é alguns jovens decidem ingressar numa estrutura partidária. O projecto não ficou por aí, e com a garra e determinação que nos caracterizam, decidirmos ir mais longe. Decidimos tentar chegar onde os verdadeiros jornalistas conseguem. Podemos não ser profissionais, não ter experiência nesta área e, muito menos, ter facilidade no acesso às fontes, mas temos aquilo que é preciso nos dias de hoje: vontade. A ideia de ouvir o Bloco de Esquerda – por ser o único partido com assento parlamentar sem jota – surgiu e concretizou-se. A ideia de entrevistar Paulo Portas, Pedro Passos Coelho, Jerónimo de Sousa e Francisco Louçã também surgiu e, apesar de ter sido necessário percorrer quilómetros por baixo de um sol abrasador, de ter de interromper almoços, de ter de andar em feiras e mercados e de ter feito arruadas pelas cidades para encontrar alguns deles, a verdade é que as fontes, que até então não passavam de ilusões, tornaram-se oficiais no nosso projecto.

O jornalismo, apesar de não ser uma profissão muitas vezes admirada e valorizada, é aquela que mais prazer nos dá. Apesar de ainda sermos três aprendizes deste que é considerado o 4ºpoder, este projecto serviu para aumentar a vontade de investir nesta profissão. Energia, empenho e vontade não nos falta. Bom-humor, alegria e entusiasmo é o que mais temos.

Pensar naquela fonte, achar impossível, e depois conseguir, deu-nos força. Ouvir gritos dos partidos em campanha, andar um dia todo atrás de um político, chegar a casa cansadas, deu-nos vontade de parar, mas as excelentes entrevistas, deram-nos ânimo. Ouvir dezenas de vezes cada entrevista, escrever perfis e reportagens sobre os representantes jovens foi cansativo, mas fomos recompensadas pelas pessoas acolhedoras que conhecemos.

Foi um projecto intenso, cansativo e muito trabalhoso, é verdade. Mas foi, sem qualquer dúvida, o que mais prazer nos deu realizar. 

Consulte os momentos mais divertidos da realização do Juventudes Partidárias!

Projecto realizado por:

Ciências da Comunicação
Universidade do Minho, 2011
Para mais informações, por favor contactem-nos através do juventudespartidarias2011@gmail.com

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