Mestres da Política

São figuras incontornáveis do mundo político. Caras que entram frequentemente na casa dos portugueses, através dos mais variados meios de comunicação. São personalidades responsáveis por assegurar o bom rumo do país e especialmente garantir a qualidade de vida dos cidadãos. António José Seguro, Augusto Santos Silva, Francisco Louçã, Jerónimo de Sousa, Nuno Melo e Pedro Soares são já experientes políticos, mas os seus percursos começaram ainda eram bem novos, tal como muitos jovens que estão inseridos em Juventudes Partidárias. Apesar destas seis personalidades não terem todas iniciado o seu percurso político numa jota, será que todas apreciam o papel que estas estruturas têm na sociedade? Foi através de cinco perguntas-tipo que tentámos perceber o que pensam estes mestres da política acerca das Juventudes Partidárias.

1)      O que pensa sobre a existência de Juventudes Partidárias?

2)      Acha que se fazem ouvir?

3)      Considera que as posições das Jotas são levadas em consideração na tomada de decisão dos partidos?

4)      Considera que as Jotas são realmente uma forma de defender o interesse dos jovens?

5)      As Juventudes Partidárias são uma forma de chegar a cargos mais altos no partido?

António José Seguro

António José Seguro, candidato à liderança do PS

Pergunta 1 :

Pergunta 2:

Pergunta 3: 

Pergunta 4: 

Pergunta 5: 

Francisco Louçã 

Francisco Louçã, líder do BE

Pergunta 1:

Pergunta 2: 

Pergunta 3: 

Pergunta 4: 

Pergunta 5: 

Jerónimo de Sousa

Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP

Devido a problemas técnicos com a recolha de som, o Juventudes Partidárias decidiu transcrever as passagens áudio, dado que estas se tornam, por vezes, pouco claras. Pedimos desde já desculpa pelo incómodo.

Pergunta 1:

1) Esta é uma expressão de participação política e do envolvimento da juventude que, obviamente, participando nas diversas Juventudes Partidárias, geram noções políticas. Cada partido tem uma natureza própria, um projecto próprio, e nós valorizamos muito a JCP, com milhares de militantes, amigos e simpatizantes, que têm dado uma contribuição importantíssima na luta dos problemas mais graves da juventude.

Pergunta 2: 

2) Eu creio que, fundamentalmente, quando se falam em problemas concretos (seja numa visão transversal, sejam questões relacionadas com a educação, o trabalho, a habitação, com a fruição da cultura) é de facto um espaço enorme que deve ser preenchido pela juventude. Nisso nós valorizamos a nossa JCP.

Pergunta 3: 

3) A Juventude Comunista Portuguesa é autónoma, mas continuam a ser quadros do partido. Olhando para o nosso grupo parlamentar, por exemplo, lá encontrará muitos deputados jovens que vieram da JCP. Mesmo hoje, olhando para a direcção do partido, encontrará muitos jovens que vieram da JCP, o que significa que têm um papel importante na militância, na responsabilização e até na direcção do nosso partido.

Pergunta 4: 

4) Os jovens conhecem melhor os jovens. Obviamente, todos nós fomos jovens, mas a forma como sentem os problemas, a forma como agem sobre eles, não substitui, de facto, o papel dos protagonistas das intervenções dos jovens para os jovens. Os mais velhos podem naturalmente falar sobre os problemas da juventude – e falámos, não conseguimos separar isso. Mas um jovem a falar para os jovens, e alertar com os jovens e para os jovens, é completamente diferente.

Pergunta 5: 

5) Há grandes diferenças entre as Juventudes Partidárias. Acho que é importante sublinhar isto porque o nosso partido, o PCP, não tem uma concepção de carreira, de profissionalizar para deputados. Do nosso ponto de vista, ser deputado é uma responsabilidade, em que hoje é e amanhã pode deixar de ser. Os jovens que vão para a Assembleia da República com um estatuto diferente dos outros partidos, onde não se é nem beneficiado nem prejudicado no plano material, integrados obviamente na orientação geral do partido, mas há uma grande diferença entre a JCP e as outras Juventudes Partidárias. Infelizmente, assistimos muitas vezes a uma concepção de carreira, de profissionalização pela participação institucional. Ora, nós temos uma concepção diferente. A JCP também é, os jovens comunistas também são aquilo que o nosso partido defende, de forma geral, para todos os portugueses – ou seja, servir os trabalhadores e o público, servir a juventude e não se servirem a si próprios.

Nuno Melo

Nuno Melo, eurodeputado pelo CDS-PP

Pergunta 1:

Pergunta 2: 

Pergunta 3: 

Pergunta 4: 

Pergunta 5: 

Augusto Santos Silva

Augusto Santos Silva, ex-ministro da Defesa

Pergunta 1: 

Pergunta 2: 

Pergunta 3: 

Pergunta 4: 

Pergunta 5: 

Pedro Soares

Pedro Soares, deputado do Bloco de Esquerda

Pergunta 1: 

Pergunta 2: 

Pergunta 3: 

Pergunta 4: 

Pergunta 5: 

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